O ator de terceira categoria, Lin Yue, obteve um sistema de travessia de planos cinematográficos, iniciando assim uma trajetória de vivências em diferentes vidas fascinantes e uma viagem deslumbrante
A atmosfera preguiçosa pairava sobre a cafeteria naquela tarde, o aroma do café misturando-se com a leveza da música ambiente, que se insinuava pelos ouvidos como o sussurro de um amante, deixando as pessoas sonolentas.
Do outro lado da mesa, Lin Yue fitava a jovem de mais de um metro e setenta, com cachos castanho-chocolate caindo pelos ombros. Ela trajava um vestido amarelo-vivo e no pulso exibia uma pulseira de pérolas, que cintilava encantadoramente a cada leve choque da colher contra a xícara de café.
— Senhorita Zhang, diga-me, qual a sua impressão sobre mim? — perguntou Lin Yue encarando-a nos olhos.
— A sua aparência é aceitável, dou cinco pontos extras pelo modo elegante de se vestir, mais cinco pela conversa agradável. No total, sua pontuação final é sessenta e nove — respondeu ela, sem hesitar.
Lin Yue pensou consigo: já atuei como figurante, mal dou cinquenta e nove pontos pela aparência? Está me provocando?
— Sessenta e nove no total? Bem, é um número... auspicioso.
— O que disse? — Zhang Qin franziu o cenho, pois Lin Yue falara baixo e ela não ouvira direito.
— Perguntei se, quanto aos aspectos materiais, ainda tem mais alguma exigência.
Zhang Qin parou de mexer o café e encarou Lin Yue:
— Minhas exigências não são altas: preciso de um apartamento de três quartos e duas salas na cidade, não em prédios antigos, mas em um edifício novo, com até três anos de construção, de preferência um andar alto com elevador. Após o casamento, meu nome deve constar na escritura.
Fez uma breve pausa e continuou: