Pré-venda de “[Troca de Dinastia Qing] O cotidiano da luta no harém”, peço favoritos; a sinopse está no fim ↓↓↓↓ Obras já concluídas: “Não Seguir as Regras (Renascimento)”, “Rong Ci (Renascimento)”,
Ela estava sonhando.
Sabia que era um sonho, porque se lembrava com muita clareza de tudo o que havia acontecido antes de adormecer.
Era uma tarde aparentemente tranquila; o sol era morno, sem ser abrasador, perfeito para a convalescença de alguém doente havia muito tempo. Áster a persuadira com palavras suaves e insistentes a ir respirar um pouco de ar no frescor sombreado do jardim.
A luz do sol filtrava-se entre as camadas de folhas verdes, e a brisa leve, de fato, podia melhorar o humor de qualquer pessoa.
Infelizmente, ela não conseguia se alegrar.
Sem motivo algum, simplesmente não era capaz de sentir felicidade.
Sob o corpo havia uma maca macia de brocado; com os olhos semicerrados, ela se recostava no travesseiro de apoio, coberta por uma colcha fina e valiosa. Ao seu lado, algumas criadas íntimas contavam-lhe com doçura umas histórias engraçadas que tinham ouvido recentemente, tentando distraí-la.
Ao longe, parecia haver um pouco de alvoroço; vozes femininas discutiam alguma coisa. As acompanhantes ao seu redor hesitaram por um instante e depois continuaram, como se nada houvesse acontecido, a narrar a mesma história.
Ela abriu os olhos e olhou, um tanto perdida, para longe; mas a claridade do sol turvava-lhe a visão, e só conseguia distinguir, de forma vaga, algumas mulheres esguias e delicadas de pé ali.
Estranho era que ela se lembrava claramente de não ter distinguido os rostos daquelas mulheres, e ainda assim podia recordar com nitidez a mesma expressão estampada em todas elas.
Como máscaras moldad