Chen Lun atravessou para um ano antes do lançamento oficial do jogo, tornando-se um NPC dentro do mundo do jogo. Assim, uma nova versão nasceu... Punk a vapor, entidades sobrenaturais, igrejas, asilo
Frio, úmido.
O som agudo e estridente de roedores ecoava nos ouvidos. Chen Lun abriu os olhos com dificuldade e viu diante de si um cenário inclinado em noventa graus, tudo embaçado, conferindo-lhe uma sensação de total irrealidade e distanciamento.
— Ei, camarada, o que fazemos com esses sujeitos?
— Hm... Segundo o padre, esta noite eles serão sacrificados.
Chen Lun apertou o abdômen, erguendo-se com esforço do chão. Apoiado na parede úmida e repugnante ao lado, suportava a sensação abrasadora de fome no estômago. À medida que sua visão lentamente voltava ao normal, ele recuperava aos poucos a percepção do real.
No ambiente sombrio, ele fixou o olhar na origem das vozes. Do outro lado das grades da cela, dois homens altos e magros, vestidos com casacos de couro, estavam de costas na entrada. Ambos apoiavam-se casualmente sob a tocha presa à parede do corredor, projetando sombras indistintas. Chen Lun notou que cada um trazia à cintura uma adaga curta.
— Onde... eu estou? — murmurou Chen Lun, confuso.
Lembrava vagamente de estar jogando um jogo de realidade virtual chamado "Era do Arcano", considerado a maior obra-prima da nova geração, onde incontáveis jogadores ao redor do mundo aproveitavam seu tempo de sono imersos naquele mundo.
A crença de usar o sono de forma eficiente já era uma verdade universalmente aceita, e os jogos de realidade virtual eram o principal meio para isso, sendo "Era do Arcano" o grande pioneiro e, indiscutivelmente, o mais popular de todos os mundos virtuais.
A memória de