Ye Tian passou três anos na família Mu como um genro residente, vivendo como um animal de carga, e no fim só recebeu como recompensa uma calamidade fatal. No instante em que foi afundado no fundo da
Às margens do Rio Nanpu, eram dez da noite e já reinava uma escuridão cerrada.
Somava-se a isso o uivo gélido do vento.
Ora soava como um apito agudo.
Ora como o choro lancinante de uma mulher.
Tudo isso dava à beira do rio, na alta madrugada, um ar ainda mais misterioso e perigoso.
“E-e-e… onde é isto? Eu quero ir para casa…”
“Esta não é a minha casa!”
Sob a cobertura da noite, um carro preto surgiu como um fantasma e parou num descampado à beira do rio.
Mal o veículo estacionou, dois homens corpulentos, cobertos de tatuagens, desceram do banco traseiro.
Logo em seguida, arrancaram de dentro do carro um jovem.
O rapaz, forçado a sair à força, ainda trazia duas manchas de rubor nas faces.
E não parava de dizer que queria voltar para casa.
“Vocês… quem são, afinal? Não iam me levar para casa? Vocês… quem são vocês?! O que estão fazendo comigo aqui? Eu quero ir para casa…”
Quando desceu do carro, o rapaz cambaleava um pouco; o rosto ainda guardava vestígios de embriaguez.
Até a língua lhe saía um tanto enrolada.
Bastava ver que havia bebido demais.
Mas, assim que o arrancaram do carro e o vento frio da margem lhe bateu de frente, o cérebro, antes atordoado, despertou de súbito.
Ao perceber o lugar em que estava, a voz dele se encheu de pavor.
“Hahaha! Ele ainda diz que quer ir para casa? Hahaha…”
Ao ouvir as palavras do jovem, um dos homens tatuados pareceu ter escutado a piada mais absurda do mundo; lançou um olhar carregado de significado ao companheiro e des