Por que o fantasma decapitado do hospital à meia-noite reza incessantemente? Por que o espírito de pele humana da aldeia desolada geme sem parar? E por que a mulher de cabelos longos no apartamento de
— Nome?
— Bai Yuan.
— Idade?
— Dezoito.
— Você está sozinho?
O médico de meia-idade, vestido com um jaleco branco, olhou para o rapaz de pele clara à sua frente, com um leve traço de reflexão nos olhos.
Ele não parece ter problemas mentais...
No instante seguinte,
O rapaz observou suas próprias mãos e pés, respondendo com um tom de leve hesitação:
— Bem… do ponto de vista biológico, eu acho… que sou humano, sim.
— Como?
O médico ficou ligeiramente surpreso, descartando imediatamente seu pensamento anterior.
Parece que há mesmo algum problema...
Com um sorriso paciente, ele continuou:
— Quero dizer, você veio sozinho? Ninguém te acompanhou?
— Não, eu vim sozinho.
O rapaz balançou a cabeça e, ao mesmo tempo, sentiu-se aliviado.
A expressão séria do médico há pouco quase fez com que ele duvidasse de si mesmo. Será que realmente não sou humano?
Afinal, ele de fato tinha um certo distúrbio mental...
Sem se prender mais ao assunto, o médico perguntou:
— Conte-me sobre seus sintomas.
Ao ouvir isso, o rapaz se aproximou lentamente, abaixando a voz:
— Doutor, acho que perdi… o medo!
— Como?
O médico ficou intrigado e perguntou:
— O que quer dizer com isso?
— Em termos simples, nada consegue mais me assustar.
— Então por que não vai à rua e faz suas necessidades lá?
— Como?
O semblante de Bai Yuan congelou. Era assim que a psiquiatria tratava os pacientes?
— Pronto, está curado, não está?
O médico deu de ombros e