É o fim do mundo! Ao acordar, ele descobriu que havia transmigrado e se tornado ninguém menos que Hu Weiyong, o último primeiro-ministro da história! Nesse momento, o coração de Hu Weiyong estava em c
No reinado de Hongwu, a Prefeitura de Yingtian, que atravessara os anos conturbados do fim da dinastia Yuan e fora depois transformada na capital do país por Zhu Yuanzhang, vivia, como de costume, fervilhando de gente, em constante vaivém.
Os que passavam tinham no rosto a esperança no futuro; esforçavam-se, trabalhavam com afinco, lutando como seus pais antes deles, na expectativa de conquistar uma vida um pouco melhor com as próprias mãos.
E, numa grande mansão nas proximidades do palácio imperial, com a placa de “Mansão Hu”, os criados que iam e vinham ostentavam uma expressão severa, como se estivessem metidos em alguma tarefa de amarga e profunda aflição.
Não era para menos. A riqueza e o prestígio de cada um deles estavam inteiramente ligados ao senhor da casa.
Se o senhor prosperasse, eles podiam abusar do prestígio alheio; se o senhor caísse em desgraça e sofresse uma calamidade, eles também teriam de pagar o preço.
Antigamente, qual dia a Mansão Hu não recebia visitantes de todos os cantos?
Ministros dos diversos departamentos, vice-ministros, governadores provinciais que vinham à capital para audiência...
Pode-se dizer que, se uma pedra fosse atirada ao acaso diante do portão da Mansão Hu, no mínimo atingiria um funcionário de quarta patente.
E quanto aos de sexta ou sétima patente?
Ora, desculpe, meu senhor está ocupado com os assuntos do Estado, não tem tempo!
Acreditavam mesmo que o título de primeiro-ministro da corte, chefe de todos os oficiais, era apenas enfeite?
Justamente por haver ali u