Hu Fei transmigrou para a dinastia Ming, tornando-se o filho de Hu Weiyong, o último primeiro-ministro da China... Como um típico filho de oficial, deveria cavalgar e caçar, iniciando assim uma vida d
Ano doze de Hongwu.
1379 da era comum.
O império recém-unificado, as tropas do Yuan do Norte derrotadas como montanhas desmoronando, retrocedendo até as fronteiras setentrionais da China central, enquanto Zhu Yuanzhang governava em Yingtian, seu poder reverberando por todas as direções.
Todavia, a história revela-se sempre espantosamente semelhante. Naquele tempo, as facções da corte se multiplicavam; o primeiro-ministro Hu Weiyong detinha poder absoluto, cultivando aliados por toda parte, a tal ponto que sua autoridade ameaçava suplantar a do próprio imperador, situação que despertava o desagrado de Zhu Yuanzhang, enquanto outras facções tramavam silenciosamente.
Coincidiu que, nesse ínterim, o filho de Hu Weiyong, Hu Fei, ao conduzir sua carruagem ostentosamente pelas ruas, caiu de súbito, sofrendo graves ferimentos e permanecendo inconsciente até então. Enfurecido, Hu Weiyong ordenou a prisão do cocheiro e de toda sua família — cinco pessoas — para aliviar sua ira.
Tal evento provocou alvoroço pela cidade, os rumores e intrigas fervilhavam.
E, sob essas correntes ocultas, um fenômeno insólito manifestava-se silenciosamente no pavilhão de Linglong, nos jardins dos fundos do palácio do primeiro-ministro.
...
Palácio do Primeiro-Ministro.
Pavilhão Linglong.
Entre dores lancinantes, Hu Fei recuperava gradualmente a consciência; o fragmento de memória que restava em sua mente era o instante em que um caminhão avançava contra si.
— Acorda, filho...
— Por que não desperta? Se partires assim, e tua mãe souber nas pro