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O odor sanguinolento de Xuanwumen ainda não se dissipara; o fedor da matança permanecia estampado nos rostos dos soldados da dinastia Tang. O terror não pertencia ao povo de Tang; apenas os subordinados do príncipe herdeiro Jiancheng aguardavam, tomados pelo medo, a chegada do sangue e da purificação. Ao sul da cidade de Chang’an, ao sopé das montanhas Qinling, um jovem de vestes vigorosas, ainda manchadas de sangue, contemplava, de mãos às costas, a cordilheira que se estendia à sua frente. Seus bigodes eram levemente ondulados, as órbitas profundas, o corpo ágil; era belo sem perder a bravura, valente sem perder a elegância! A poucos passos dele, centenas de guerreiros em armaduras permaneciam imóveis como estátuas. Um soldado correu até o general que comandava as tropas, entregando-lhe com ambas as mãos uma carteira de couro. Era apenas uma carteira, ostentando o símbolo de um crocodilo; embora tal objeto fosse chamado “dragão da terra” no sul de Tang, poucos no norte o reconheciam. O general lançou ao soldado um olhar de censura, como se o recriminasse por interrompê-lo com assunto tão trivial. Ao abrir a carteira, o general olhou por um instante, seus olhos se estreitaram e o corpo tremeu involuntariamente. O ruído das lâminas das armaduras chamou a atenção do jovem que contemplava as montanhas. “O que acontece?” O jovem não se virou, apenas perguntou. Nos últimos dias, grandes feitos haviam sido realizados, mas outros ainda aguardavam; ele estava ali apenas para rememorar os tempos de caça com os irmãos ao chegar em Chang’an, qua